Expo sobre Jorge Amado no Museu da Língua Portuguesa segue até 22 de julho



A exposição Jorge Amado e Universal, que fica em cartaz no Museu da Língua Portuguesa até o dia 22 de julho, comemora seu sucesso – cerca de 92 mil pessoas visitaram a mostra – e convida o público para as últimas semanas de exibição em São Paulo. 
 
Com acervo pertencente à Fundação Casa de Jorge Amado e à família do célebre escritor, entre outros, Jorge Amado e Universal segue para o Museu de Arte Moderna da Bahia – de 10 de agosto a 14 de outubro de 2012.

 
Sobre a exposição

A mostra é dividida em módulos distintos, cada um deles dedicado a um aspecto marcante na vida do autor.

O primeiro módulo é dedicado aos personagens – dentre mais de mil nomes, nove foram escolhidos por representar a diversidade e abrangência da obra em diversos períodos: Gabriela e Nacib (Gabriela Cravo e Canela, 1958), Dona Flor (Dona Flor e seus Dois Maridos, 1966), Os capitães da areia (Capitães da Areia, 1937), Pedro Arcanjo (Tenda dos Milagres, 1969), Antonio Balduíno (Jubiabá, 1935), Guma e Lívia (Mar Morto, 1936), O Menino Grapiúna (O Menino Grapiúna, 1981), Santa Bárbara (O Sumiço da Santa, 1988) e Quincas (A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água, 1961).

O segundo espaço apresenta a faceta política do autor, que chegou a ser eleito Deputado Federal por São Paulo e era comunista. O terceiro discutirá as misturas que, segundo Jorge Amado, caracterizam o Brasil – sobretudo a miscigenação e o sincretismo religioso.

Outro módulo é dedicado à malandragem e à sensualidade presentes em sua obra. Em seguida, uma seção apresentará a Bahia tal como foi ‘(re)inventada’ por Jorge Amado, com suas belezas e suas mazelas.

Há ainda espaço para depoimentos de amigos, artistas e críticos, para uma cronologia sintética da vida do escritor e para destacar sua presença internacional, entre outros aspectos.